Como fazer planejamento financeiro? [3 passos para você aplicar hoje]

Autor: Estação

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Descubra como fazer um plano de finanças pessoais em 3 passos práticos.

De certo você já deve ter tentado criar um planejamento financeiro, mas por algum motivo deu errado, não é?



Então, confira como controlar suas finanças em 3 passos práticos para você aplicar hoje!

O que é e por que fazer o planejamento financeiro?

Como o próprio nome denuncia, o planejamento financeiro é o ato de mapear, organizar e planejar o uso do seu dinheiro.

Assim, você mantém o controle das finanças, evita ficar endividado e alcança seus objetivos.

Sabe aquele desespero ao abrir a fatura do cartão? Ou de ver a conta bancária sem dinheiro e ainda nem acabou o mês?

Só de imaginar a ansiedade já vem. Por isso, o planejamento financeiro precisa ser uma prática comum de sua rotina.

Como fazer o planejamento financeiro de forma prática?

#1 Anote as receitas e despesas estabelecendo meta para cada um

Primeiramente temos que fazer um diagnóstico de nossas finanças.

Por isso, pegue o papel e lápis (ou planilha) e descreva em detalhe todos os seus gastos mensais. Liste tudo, até aquele pingado com coxinha que você costuma comprar antes do trabalho.

Aliás, não deixe de anotar suas fontes de receitas, ou seja, salário, comissões, bicos de final de semana, etc.

Dessa forma, sabendo em tudo que você gasta, é hora de analisar o que pode ser cortado ou reduzido. Importante lembrar que não é para sair cortando tudo.

Afinal, temos que pensar em nossa qualidade de vida — se não iremos desistir de guardar dinheiro na primeira semana.

Com as despesas mapeadas, defina uma meta de gasto máximo para cada uma. E vá reduzindo os valores ou cortando aos poucos.

Assim, você perceberá que o planejamento financeiro não precisa ser algo dramático e abrupto.

#2 Crie objetivos e monte seu orçamento com base neles

Um planejamento financeiro só faz sentido quando temos um objetivo. Seja ele viajar, comprar uma casa, fazer o casamento ou viver de dividendos ao investir no mercado de ações.

Portanto, defina com clareza seu objetivo e pesquise quanto ele vai custar. Com isso, crie um orçamento para que você chegue nesse objetivo.

Os valores das despesas você já definiu na etapa anterior, então agora é a hora de definir quanto será poupado.

Assim, seu orçamento terá que contemplar a quantidade de dinheiro que será investida mensalmente e também te mostrará o quanto você precisa ganhar a mais.

Nesse sentido, talvez você precise fazer um trabalho secundário para complementar sua renda — afinal, não dá para você viver com o mínimo do mínimo, também é importante se mimar de vez em quando para não ficar louco.

#3 Controle-se e invista seu dinheiro

Enfim, com as metas financeiras, os objetivos e o orçamento preparado é hora de aplica-los. Ou seja, sempre pesquisar preço antes de comprar, pedir desconto, ter prioridades bem claras para si mesmo, saber dizer não, entre outros.

Importante notar que os cartões de crédito podem te ajudar no controle financeiro, apesar da crença popular dizer o contrário. Na realidade, os cartões possuem benefícios e descontos que te ajudam a economizar na hora das compras. Assim, você se mantém dentro do orçamento e pode até poupar mais do que o planejado.

Com o dinheiro que você economizar, utilize-o para investir. Dessa forma, seu dinheiro começa a render e seus objetivos são alcançados antes do esperado!

Cartão de crédito que ajudam no controle financeiro

Cartão C6 Bank

Com o cartão C6 Bank você pode pode utilizar para economizar no seu planejamento financeiro também. 

Nesse sentido, o cartão possui os benefícios Mastercard Surpreenda e programa de pontos Átomos. Além do mais, clientes com cartão C6 Carbon ainda ganham 12 meses de RappiPrime grátis, benefícios Mastercard Black e acesso a salas VIP em aeroportos.

Cartão Santander 123

Enfim, se você for um cliente Van Gogh ou Select do Santander (ou receber mais de R$ 4000 por mês) o cartão Santander 123 pode lhe ser uma boa pedida.

O grande forte desse cartão é seu uso em compras internacionais. Assim, a cada 1 dólar gasto você recebe 3 pontos para trocar em diversos produtos e viagens e ainda conta com o Programa Esfera para diversos descontos.

Apesar dos cartões de crédito ajudarem no planejamento financeiro, é preciso saber utilizar o cartão de forma consciente e a seu favor. Do contrário ele apenas irá piorar sua situação.

O que é reserva financeira?

A reserva financeira é um montante que temos guardado e investido que nos protege em momentos de emergência. Por exemplo, caso você acabe batendo o carro, terá que pagar um conserto bem caro, certo? Muitas vezes isso faz com que a gente tenha que recorrer ao cartão de crédito e empréstimo, o que pode resultar em várias dívidas.

Ou então você é um autônomo que a renda mensal varia muito durante os meses. Então, a reserva financeira será aquele dinheiro que você utiliza para pagar as contas quando a renda do mês não for suficiente.

Como fazer uma boa reserva financeira?

#1 Saiba suas despesas

Anote todos os seus gastos, não deixe nada de fora. Ademais, categorize as despesas entre essencial e não essencial, assim você poderá começar a estabelecer um plano financeiro para reduzir gastos e conseguir poupar mais.

É importante saber exatamente quanto você gasta por mês para podermos calcular o valor ideal da sua reserva financeira.

#2 Calcule o valor ideal da reserva

O ideal é ter 12 meses das suas despesas mensais guardado. Assim, caso você tenha um gasto mensal de R$ 2.500,00 seu objetivo será de R$ 30.000,00.

Contudo, quem tiver carteira assinada e tenha bastante anos de casa já, é possível manter 6 meses de despesas, haja vista que a indenização e seguro irão te auxiliar. De todo modo, seu objetivo será de R$ 15.000,00.

#3 Defina quanto você irá guardar por mês

Analise seu orçamento e veja o que pode ser cortado ou reduzido. Com isso, você consegue também definir o quanto você irá poupar todo mês.

É importante você saber que há formas de poupar dinheiro mesmo quando você gasta. Por exemplo, com o Méliuz que te oferece diversos descontos e cashback nas suas compras.

#4 Busque uma renda extra

Para montar sua reserva o mais rápido possível, é interessante buscar maneiras de fazer uma grana extra. Há várias formas, desde vender coisas em bom estado que você tenha e não usa mais, fazer bicos de final de semana, criar um negócio online, entre outros.

#5 Invista seu dinheiro

Sua reserva financeira precisa ser colocada em investimentos de curto prazo, seguros e que possibilitem resgates imediatos.

Por essa características, muitas pessoas acabam deixando seu dinheiro parado na poupança. Contudo, como comentamos nesse artigo sobre a rentabilidade da poupança, ela não é mais um bom investimento.

Atualmente, os melhores investimentos para reserva de emergência são o Tesouro Selic, fundos de renda fixa, com taxa zero e liquidez diária, e CDBs também com liquidez diária.

Nesse sentido, bancos como Santander, Itaú e Bradesco, que são os mais tradicionais, podem te ajudar. Sendo clientes desses bancos é possível investir através deles, porém fique atento aos custos e compare com outras corretoras do mercado, como a XP Investimentos.

Aliás, o Santander e o Bradesco possuem plataformas de investimento interessantes. O Bradesco possui a Ágora Investimentos. Enquanto o Santander possui a Pi Investimentos, que possui cashback ao investir através da plataforma.

Para manter o controle financeiro, essas instituições possuem seus aplicativos do cartão de crédito que permitem acompanhar os gastos para você não sair do orçamento.

Quais são os tipos de finanças?

Cada tipo de finança foca em uma área específica, de modo a maximizar o bem-estar e/ou os ganhos dos envolvidos.

Finanças pessoais

O primeiro tipo de finanças é o que todos estamos acostumados, mas que pouco cuidamos: as finanças pessoais.

Muitas vezes a administração financeira pessoal é deixada de lado por vários motivos, além das ideias de “só se vive uma vez” prejudicarem uma boa relação com o dinheiro.

Assim, educar-se financeiramente não é sinônimo de se privar daquilo que lhe traz prazer e bem-estar. Na realidade, ser financeiramente inteligente é saber maximizar seu prazo e bem-estar, mas de olho no longo prazo, isto é, não sacrificar seu futuro para ter algo somente no presente.

Em suma, ter consciência de suas finanças pessoais é fundamental para desenvolver e manter uma qualidade de vida.

Finanças familiares

Também vista como uma subdivisão das finanças pessoais, as finanças familiares buscam gerenciar o dinheiro da família. 

Para quem mora com o parceiro e/ou tem filhos, entender sobre finanças familiar é importante para garantir que todos tenham seus objetivos realizados. 

A diferença entre as finanças pessoais e familiares é o nível de complexidade. Isto porque quando se tem dependentes e cônjuge envolvidos, é preciso levar em consideração os desejos e objetivos dessas pessoas. Bem como os gastos compartilhados, como a moradia, plano de saúde, entre outros.

Finanças Públicas

As finanças públicas, como o nome indica, refere-se a administração financeira dos órgãos públicos, como prefeituras e secretarias.

Nesse tipo de finanças o foco é no destino do dinheiro público (impostos e taxas pagos pela população). Assim, essa área aborda desde a captação, gestão e gasto do dinheiro público.

Finanças empresariais

Por fim, as finanças empresariais são um dos assuntos mais importantes para quem possui um negócio próprio. Afinal, uma boa gestão financeira é crucial para garantir que o negócio dê lucro e cresça.

Assim como cuidamos das finanças pessoais, nas empresas também é preciso cuidar das receitas, investimentos e despesas.

Contudo, diferentemente das empresas, é importante destacar que as finanças pessoais possuem o foco em maximizar seu bem-estar. Dessa maneira, nem todas as decisões com seu dinheiro serão racionais e pensando em reduzir gastos.

Dentro das finanças empresariais, há quem divida ela em dois: empresarial e corporativa. Assim, as finanças empresariais buscam aumentar os rendimentos dos sócios ao mesmo tempo que reduz os riscos. Enquanto as finanças corporativas visam cuidar dos lucros, investimentos e despesas dos negócios.

Apesar de parecidos, esses dois tipos possuem focos diferentes. Isto é, o primeiro tem foco em maximizar o ganho do sócio, enquanto o segundo busca a sustentabilidade do empreendimento.

Como controlar as finanças pessoais no Excel?

Desde o seu lançamento, em 1985, o Microsoft Excel ou como nós o chamamos, Excel já nasceu para facilitar nossa vida.

O Excel possui uma infinidade de recursos, funções e fórmulas. 

Trata-se de um programa, já incluso no conjunto do Microsoft Office, para criar planilhas, as quais ficam em linhas e colunas, como forma de uma grande tabela. 

O Excel é um software tão versátil que fica impossível dizer exatamente para que ele serve, uma vez que com ele é possível controlar e organizar informações e é perfeito para ajudar na rotina e no aproveitamento do tempo.

Sempre que se fala em Excel, lembramos de planilhas. E o que são elas?

As planilhas servem para organizar dados em linhas e colunas, de maneira a simplificar seu manejo e visualização. 

Em razão de sua utilidade e versatilidade, o Excel tornou-se um dos programas mais usados ​​no mundo dos negócios e, agora, é também muito usado de maneira particular, individual, a fim de apenas uma pessoa poder manuseá-lo para fazer orçamentos de despesas e gastos pessoais. 

Há também o Excel on-line, que é uma versão gratuita do editor de planilhas da Microsoft, no qual você pode criar, editar e baixar ou compartilhar arquivos sem precisar ter o software instalado no seu PC. 

Sabendo usar, a planilha de gastos é um importante instrumento para você não errar nos cálculos e não ultrapassar nas despesas.

Por isso, não há tempo a perder e você deve aprender como começar agora mesmo.

À primeira vista, você pode achar impossível usar uma planilha de gastos, mas, com o tempo, há o aperfeiçoamento da técnica, de modo que depois não quer mais saber de outra forma. O importante é saber que essa prática é vital para sua vida financeira. 

Agora que você já sabe como é possível montar uma planilha de gastos e que pode encontrar alguns modelos disponíveis na internet, está na hora de saber mais uma coisinha: as vantagens que ganha ao dominar uma planilha de gastos e como isso pode lhe favorecer. 

A começar pelo quanto será bom você manter as suas finanças pessoais em ordem.

Por conseguinte, saber fazer uma planilha de gastos bem feita é fundamental para a realização de um planejamento financeiro de sucesso. 

Ter paciência e disciplina para anotar todas as entradas, mesmo as pequenas, as ocasionais, as que podem acontecer apenas uma vez por ano, da mesma forma todas as saídas, até aquela excursão que a escola programou, a compra de um vestido para um casamento, chegando ao picolé da padaria, é preciso que todas se configurarem na planilha. Isso só acarretará em vantagens para você. 

Com isso, você é capaz de projetar os gastos e saber exatamente em quanto tempo as suas metas podem ser cumpridas. 

Assim, com esse método, sua planilha de gastos passa a ser usada também como uma planilha de orçamento e, doravante, sua vida financeira ficará mais organizada.

O Excel também te permite a inserir fórmulas e realizar contas personalizadas, além de você pode fazer projeções para o seu futuro. Sem falar da criação de gráficos customizados a partir de seus dados.

E uma última informação aqui do nosso texto: se você está cansado e quer deitar um pouquinho no sofá, antes de dormir, a caminho do trabalho, no metrô ou no Uber, você pode anotar, fazer suas projeções, anotações, pois, o Excel funciona no celular.

Como se educar financeiramente?

Busque conhecimento através dos livros e cursos

Em primeiro lugar, buscar livros e cursos é essencial para conseguir se educar financeiramente. Atualmente também é possível conseguir se educar através do Youtube e artigos de blogs.

Aliás, a internet possui um amplo acervo de assuntos para você aprender sobre finanças, desde as pessoais até as finanças empresariais. Dessa maneira, tire proveito da internet para solucionar suas dúvidas e ser financeiramente consciente.

Vale destacar que esse é um processo ativo, ou seja, tornar-se um bom gestor do seu próprio dinheiro não virá da noite para o dia se você não buscar proativamente estudar mais e mudar seus hábitos.

Avalie sua situação financeira atual

Para cuidar das finanças, primeiro é necessário entender sua situação. Do contrário, é a mesma coisa que andar na floresta de olhos vendados.

Assim, entenda quanto se ganha por mês, quais seus gastos fixos e variáveis e seus objetivos e quanto eles custam.

Mapeando tudo isso, você será capaz de analisar o que pode ser cortado ou reduzido, quanto você precisa poupar por mês para atingir seus objetivos e quanto você precisa ter para uma reserva de emergência.

Comece aos poucos

Seja qual for o tipo de finanças, o número de assuntos é quase infinito. Portanto, comece aos poucos, estudando aquilo que seja mais prioritário para você no atual momento.

Por exemplo, se está com dívidas, o ideal é buscar aprender sobre as formas de negociação de dívidas, parcelamentos e refinanciamentos. Além de entender sobre planejamento financeiro para que você tenha um plano de ação para quitar as dívidas.

Por outro lado, alguém que não tem dívidas, mas tem dificuldade para poupar, é importante conhecer técnicas que tornem isso possível. Além de aprender sobre investimentos, começando por aqueles mais simples e conservadores, como o Tesouro Direto, para fazer seu dinheiro render.

Entenda seu ritmo e foque na sua jornada

Algo muito importante de se ressaltar é: não se compare com as outras pessoas. Especialmente na era da vida perfeita do Instagram, é fácil se ver pensando que está no caminho errado ou atrasado na vida.

Contudo, entenda que todo mundo tem sua própria trajetória. Assim, você não está atrasado nem adiantado em relação a ninguém. Foque na sua própria jornada e naquilo que te faz feliz, evitando se comparar com a vida dos outros.

Cuidar das finanças não se resume a gastar menos e ganhar mais

Nem sempre a resposta para uma vida mais feliz e financeiramente saudável é ganhar mais e gastar menos. Na verdade, o segredo das finanças pessoais está em como você gasta seu dinheiro.

Claro, dependendo da sua situação financeira atual e seus objetivos, ganhar mais dinheiro é necessário.

Contudo, para quem já possui uma renda suficiente, saber gastar e encontrar maneiras inteligentes de utilizar o dinheiro é mais importante do que ficar só pensando em reduzir gastos e trabalhar mais para ganhar mais – na realidade, isso pode ser a receita da infelicidade!

Em suma, busque bastante conhecimento, entenda sua situação e foque naquilo que te traga mais felicidade e satisfação, de modo que isso seja sustentável, ou seja, não sacrifique seu futuro por prazeres momentâneos no presente.

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Atenção: Para analisar pedidos de cartões de crédito, as instituições financeiras levam em consideração o perfil financeiro do consumidor. Por isso, é possível que um pedido seja negado em uma instituição financeira e aprovado em outra, já que cada uma usa critérios próprios para avaliação.

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