Fintech: Mitos e Verdades

17/11/2020
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O número de empresas que são chamadas de Fintechs vem crescendo anos após ano. É uma tendência mundial voltada para a inovação de produtos e serviços focados no consumidor.

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A ideia dessas empresas é reunir tecnologia e serviços financeiros de uma forma inovadora, barata e democrática.

Assim, com a evolução dos nossos sistemas eletrônicos e a própria internet vem possibilitando novas formas de nos relacionarmos e consumirmos.

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Porém, ainda há muitas dúvidas sobre como funcionam as Fintechs.

Por isso, hoje separamos alguns mitos e verdades sobre essas instituições financeiras.

Vamos lá?

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Fintechs não são seguras por não terem estrutura de um banco

Mito!

Todas as empresas do setor financeiro trabalham apoiadas em uma robusta infraestrutura de processamento de dados.

Assim, suas informações e os dados de pagamento ficam seguros nos banco de dados.

Ademais, com o novo sistema Open Banking do Banco Central isso se tornará ainda mais seguro e prático, visto que a estrutura agora será gerenciada pelo próprio BC.

Entretanto, em caso de estar falando de garantia de crédito, as fintechs menores são mais arriscadas que bancos tradicionais.

Ou seja, deixar seu dinheiro investido em uma fintech precisa de mais análise crítica por ela não ser uma instituição que tem dinheiro pra queimar, como os bancões e com seus lucros bilionários.

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Essas instituições financeiras só oferecem conta de pagamentos e cartões de crédito

Mito!

As fintechs possuem os mais variados tipos de serviços que você possa imaginar:

Meios de pagamento;

Empréstimos;

Investimentos e seguros;

Criptomoedas;

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Negociação de dívidas;

Câmbio e remessas internacionais;

Bancos digitais com multisserviços;

Gestão financeira.

Portanto, não são apenas cartões e conta de pagamentos que as fintechs se resumem.

Cada vez mais produtos e serviços financeiros são oferecidos por essas empresas.

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E com a estrutura do Open Banking podemos esperar cada vez mais serviços inovadores.

Fintechs não são confiáveis por não estarem sobre vigia da CVM ou Banco Central

Mito!

Todo o setor financeiro é vigiado por perto pelo BC e CVM, além de outras autoridades como a SUSEP para as empresas de seguros.

Portanto, as fintechs também seguem as regras rígidas para poder oferecer os serviços aos clientes.

Assim, as instituições financeiras precisam ter um portal de transparência, onde você poderá verificar seus relatórios financeiros, por exemplo.

Além disso, é possível verificar a saúde financeira e a gestão de riscos antes de abrir sua conta. 

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Então, as fintechs não operam da forma que quiserem. Há uma longa lista de critérios a serem seguidos, que existem para garantir a segurança e estabilidade do sistema financeiro.

Startup e fintech não são a mesma coisa

Verdade!

Startups são empresas jovens, com ideias inovadoras, um modelo de negócio escalável, baixo custo, uma estrutura mais democrática e fortemente apoiados na tecnologia. 

Entretanto, apesar da fintech ter as mesmas características da startup, não é a mesma coisa. Startups podem ser de qualquer coisa e representam uma fase inicial da empresa.

Por exemplo, não podemos considerar mais um Facebook uma startup por causa do seu modelo de negócio.

O mesmo se refere ao termo fintech, que descreve empresas financeiras altamente apoiadas no uso da tecnologia para desburocratizar, reduzir custos e oferecer serviços de forma inovadora.

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Cartões de crédito das fintechs possuem os menores juros do cartão

Verdade!

Em geral, os cartões de crédito das fintechs possuem juros do rotativo menores que os bancos tradicionais, mas não deixam de ser um alto juro — por isso, evite ao máximo entrar no rotativo!

Por exemplo, o Banco Inter possui juros do rotativo de 4,17% ao mês, enquanto há empresas que estão cobrando mais de 19% ao mês. 

Com ajuda desse relatório do BC, você poderá comparar as taxas dos cartões, mas não se baseie somente nisso quando for escolher seu cartão de crédito.

Os serviços das fintechs são mais otimizados e baratos

Verdade!

Por terem a tecnologia como o cerne do seu modelo de negócio, os serviços das fintechs são muito mais rápidos e baratos.

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Como a tecnologia ganha na escala, essas empresas apostam em preços mais baratos para atrair uma cartela de clientes enorme para que a operação faça sentido.

Portanto, essas empresas têm todo o incentivo do mundo para criarem produtos centrados no cliente e com preços acessíveis.