Banco Central vai liberar chaves do Pix para centenas de bancos e fintechs

06/10/2020 às 10:32
Aqui vamos te explicar a novidade no mercado financeiro do momento, o PIX Bancário. Uma inovação que promete mudar novamente o sentindo de pagamentos e transferências que conhecemos.
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Vivemos em uma era totalmente tecnológica, onde o todos os âmbitos de nossas vidas são cada vez mais virtuais.

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De encontro com essa pegada, vimos com uma velocidade gigantesca a forma com que lidamos com nosso dinheiro mudar, hoje, nossa movimentação bancaria é praticamente totalmente online.

Com isso os bancos virtuais vieram com a proposta de facilitar, de dar comodidade a um serviço que sempre demandou muito tempo e burocracia, sendo assim, se tornaram um mercado promissor e essencial dos tempos modernos.

Todos os serviços que utilizávamos na década passada indo a uma agência ou um autoatendimento como depósitos, saques, transferências, pagamento de boletos agora são feitos na palma da mão, via aplicativos instalados em dispositivos móveis, sendo possível ser controlado em qualquer lugar do mundo e a qualquer hora.

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Mas porquê toda essa introdução?

Bom, ela é necessária para que possamos compreender e prosseguir sobre nosso real tema desse artigo.

O que é o PIX Bancário?

PIX Bancário na teoria, é o novo sistema criado e gerenciado pelo Banco Central, um novo meio de pagamento eletrônico.

Sua funcionalidade é substituir o a transferências bancarias, conhecidas como TEDs e DOCs, e também os pagamentos, seja originado por código de barra ou aqueles pagamentos que são feitos com o cartão físico direto no estabelecimento, os pagamentos com cartão por debito.

Essa ferramenta será repassada aos bancos e principalmente as fintechs, com toda a segurança que só o Banco Central pode oferecer.

O PIX chega para ser um serviço oferecido aos seus clientes, através de uma chave que será gerada substituindo dados bancários e pessoais.

Facilitando, não somente a operação em si, mas também dando maior segurança ao excluir a necessidade de demais informações de seus usuários.

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Vale destacar também a agilidade que promete, já que hoje, dependo do dia e horário que são feitas determinadas operações, pode levar mais tempo que o esperado para sua conclusão, o PIX terá tempo mínimo de segundos para sua efetivação independente do dia ou horário.

Os valores aqui também são importantes.

Dependente diretamente da Instituição escolhida, a efetuação DOCs ou TEDs entre distintos bancos ornamenta a possibilidade de cobrança, já o PIX não pode ser tarifado, por nenhuma Instituição, porém isso ainda é valido somente para execução em Pessoa Física.

Em cada de Pessoa Jurídica, essa tarifa fica opcional a cada banco, ainda assim com valores em conta, visando sempre, o custo benefícios da operação.

Como funciona o PIX do Banco Central?

De acordo com o Banco Central, para usufruir o PIX, o cliente não precisará de nenhum aplicativo adicional, uma vez que, essa ferramenta será integrada as instituições que utilizará o serviço.

Então a ferramenta ser mais uma opção direta de Internet Banking que estará junto com opções como TED ou DOC para efetuação de transferência bancaria.

A diferença é que não será necessário informações como conta e agencia para sua execução.

No PIX os dados bancários são substituídas diretamente pelo Banco Central por uma chave, chave essa que pode ser definida pelo CNP, CNPJ, e-mail ou telefone celular, e então através disso o usuário poderá criar também seu próprio QR Code e receber dinheiro via PIX por pagamento por aproximação, por exemplo.

Quando começa a funcionar o PIX?

Em muitos bancos e fintechs o pré-cadastramento já está disponível, porém disponível oficialmente e com funcionalidade 100% garantida, o Banco Central tem data para Novembro de 2020.

Como aderir ao PIX?

Para ter acesso ao PIX o cliente deverá entrar em contato com a Instituição financeira que utiliza e deseja agregar o serviço, e então fazer o registro da chave.

Dentro desse registro de chave se utilizará o numero de telefone, e-mail e CPF ou CNPJ que será vinculado aos dados da conta, agencia e a Instituição, eliminando a necessidade do repassamento desses dados.

Existe também a possibilidade para mais privacidade, de cadastrar uma chave aleatória, que é a mesma chave, composta de 32 caracteres, porém gerados aleatoriamente.

Dessa forma o cliente pode utiliza-la quando não quiser passar a chave convencional.

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