Todo mundo quer saber: Como usar o PIX para fazer transferência?

15/03/2021 às 15:31
As formas para fazer o pagamento é muito simples, todas pelo celular.

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PIX é um dos maiores rompimentos das fronteiras tecnológicas, além de ser um avanço imenso da economia.


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De fato, o PIX de tão simples fez com que alguns desacreditassem dele, ou melhor, não achassem possível acreditar nele. Mesma coisa? acho que não.

Tudo bem. Mas vamos partir do pressuposto de que o PIX é a “moeda” da vez.


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Uma das principais característica do PIX é a possibilidade imediata da inclusão social.

A partir daí, muita coisa mudou, entre elas está um ponto da economia do nosso país que até então era relegado por economistas.

Trata-se de todos terem o mesmo tipo de acesso para fazer seus pagamentos.

Independente da classe social, independente da escolaridade, do emprego, da formação. Todos são iguais, de maneira que todos podem usar essa forma de pagamento.

Segundo o Banco Central, no Brasil, há aproximadamente 50 milhões de pessoas sem conta em banco. 

Por outro lado, ainda que grande parte da população tenha conta em banco, muitas vezes o serviço é apenas para receber salário e sacar no caixa eletrônico.

O PIX mudou essa situação.

Agora, o cidadão tem a conveniência de fazer transações que podem ser  realizadas 24 horas todos os dias do ano, até finais de semana e feriados, com a rapidez – desculpe-me pelo exagero do exemplo –  da velocidade da luz.

Na verdade, as transferências de recursos são realizadas em até 10 segundos, ajudando no fluxo de caixa das empresas, de maneira super simples.

Qual brasileiro não tem em mãos, a todo momento, seu aparelho celular?  É por isso que os pagamentos e/ou recebimentos podem ser feitos pelo aparelho – aplicativos e internet banking.

O PIX alcançou a fórmula milagrosa: abrange todos os tipos de pagamentos e transferências que  cercam pessoas, empresas e até títulos e pagamentos ao Governo.

Em decorrência, essa segurança trouxe à população outro alívio: a eficácia de fazer e receber pagamentos longe e protegida de tentativas de fraudes e golpes.

De acordo com estudo realizado pelo Nubank, foram analisados dados que  mostraram  as vantagens do Pix:

“nos seus dois primeiros meses de operação, período de análise considerado no estudo do Data Nubank, 38% de todas as transferências via Pix foram feitas fora do horário comercial nos dias úteis, a partir das 17h. Considerando todos os dias da semana, inclusive sábados e domingos, esse percentual sobe para 49%.”

Blog Nubank

Toda essa grande movimentação fez que surgisse algumas dúvidas, como, por exemplo, quais são os valores e quantos são os limites das transações do PIX.

Para o PIX dinheiro é dinheiro, muito ou pouco, se é 1 centavo ou 1 milhão, se é todo dia ou uma vez por mês ou por ano, não importa.

Qualquer cidadão pode fazer quantos PIX quiser, no valor que for necessário.

Mas, atenção, a vontade inicial é essa, todavia, o Banco Central tem a expectativa de que o PIX nunca precise de limites diários para serem movimentados/transferidos.

Especialmente, em razão da aceitação. Nos últimos três meses, houve uma aceitação tremenda do PIX, mais ainda pelo público mais jovem.

As formas para fazer o pagamento é muito simples, todas pelo celular.

São elas: pelo QR Code Estático ou QR Code Dinâmico, pelo uso de chave de endereçamento, além de também ter a opção do preenchimento de dados manualmente, por exemplo.

As transações realizadas, por meio da inserção manual dos dados, deve ocorrer com o uso dos dados bancários de quem recebe, como numa TED ou DOC, por exemplo.

Há também as chaves PIX. Essa forma ocorre com o recebimento e transferência de valores sem precisar de todos os dados da conta. Basta escolher uma ou duas, como CPF ou número de telefone, por exemplo.

Pelo QR Code, é preciso digitalizar o código para ser direcionado  aos dados da transação.

Interessante observar que, como ocorre nas transferências tradicionais, tipo via DOC e TED, é necessário compartilhar dados como instituição bancária, fornecendo nome, agência, conta e CPF/CNPJ.

Dessa forma, as transferências são recebidas a partir de um único dado como o número de celular ou CPF/CNPJ ou e-mail, de forma tranquila, rápida, na verdade, instantaneamente, e segura.  

Ressalta-se que, a quem deseja vincular sua conta e começar a fazer e receber transferências, levando em conta o uso de apenas um dado, basta cadastrar as chaves PIX no aplicativo da instituição ou na internet.

Para a realização das transações pelo PIX serem possíveis, é preciso que, tanto quem envia o dinheiro quanto quem recebe tenha uma conta, certo?

Não necessariamente uma conta corrente – pode ser uma conta poupança ou de pagamento pré-pago, em um banco, uma instituição de pagamento ou até mesmo em uma fintech.

Todas as transações poderão ser realizadas entre estabelecimentos, entre pessoas e estabelecimentos e entre pessoas e/ou estabelecimentos, da mesma forma entre entidades governamentais.

E, finalmente, é preciso dizer que, com este novo meio de pagamento, o Banco Central pretende inovar e criar a competitividade no sistema financeiro nacional e, consequentemente, promover a educação financeira.

Isso posto, pode-se acrescentar que até então, nunca houve forma tão ágil para “manusear” valores. E uma coisa é certa: o PIX, se ainda não é, está bem próximo de se tornar um moeda.

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