Cheque especial ou cartão de crédito?

17/12/2020 às 16:00
Publicidade Segundo o CNC, mais de 60% dos brasileiros estão endividados, em geral são dívidas com juros do rotativo do cartão de crédito e cheque especial. Publicidade Por isso, hoje vamos entender melhor sobre esses dois conceitos para você evitar…

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Segundo o CNC, mais de 60% dos brasileiros estão endividados, em geral são dívidas com juros do rotativo do cartão de crédito e cheque especial.


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Por isso, hoje vamos entender melhor sobre esses dois conceitos para você evitar cair nas armadilhas financeiras!

Como funciona o cheque especial?

Cheque especial é um empréstimo pré-aprovado que o banco deixa disponível na sua conta para utilizar quando você precisar, sem ter que ligar ou ir na agência para fazer um contrato e dar algo em garantia.


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Assim, o cheque especial é bastante utilizado pelas pessoas devido a essa praticidade e facilidade de recorrer ao crédito. Afinal, ele já está ali pronto para você usar e, assim que seu salário cai na conta, o banco já desconta o valor do empréstimo.

Contudo, toda essa praticidade vem com um custo, e ele é bem alto!

Segundo o relatório de taxas de juros do Banco Central, nos últimos 12 meses a taxa de juros média do cheque especial esteve acima de 113% ao ano! Ou seja, em menos de um ano sua dívida com o banco iria dobrar de valor.

Com um juros desse, uma dívida de R$ 500 em 18 meses se torna em mais de R$ 1.509!

Por que o juros é tão alto? Simples, o banco corre mais riscos de inadimplência no cheque especial. Afinal, ele não pede qualquer garantia ou executa uma análise específica para o caso. Para compensar esse maior risco, o banco necessariamente precisa cobrar juros mais altos.

O que é o rotativo do cartão de crédito?

Este é outro fator que leva diversas pessoas a ficarem até o pescoço com dívidas.

O rotativo do cartão de crédito funciona como um “empréstimo” feito aos clientes que não conseguem pagar o valor da fatura — ou seja, quem paga apenas aquele valor mínimo da fatura.

Então, sobre esse valor em aberto que não foi pago será cobrado os famosos “juros do rotativo”.

Vamos a um exemplo para ficar mais simples de entender. Digamos que você tenha uma fatura de R$ 1.230,00 para pagar esse mês. Na fatura você vê que pode pagar apenas R$ 184,50, que é o valor mínimo. Se optar por fazer esse pagamento mínimo, o restante da fatura será cobrada no mês seguinte e sobre ele haverá a cobrança do juros rotativos.

Em novembro de 2020 essa taxa está em mais ou menos 12% ao mês. Assim, o valor que você deixou de pagar (R$ 1045,50) irá custar agora R$ 1.171,96. Vamos imaginar que você não quite o cartão de crédito, em 12 meses sua dívida será de R$ 4.073,24! Mais que o triplo do valor original.

Qual a menor taxa de juros: o cheque especial ou o cartão de crédito?

Pelos valores e exemplos apresentados, você já deve ter percebido que o juros do rotativo do cartão de crédito é o maior do mercado financeiro. Em segundo lugar vem o juros do cheque especial.

Assim, o juros do rotativo nos últimos 12 meses era de 12% ao mês, o que no ano isso representa 330%. Enquanto no mesmo período o cheque especial ficou em 6,33% ao mês, ou 113% ao ano.

Isso quer dizer que vale mais a pena recorrer ao cheque especial? O melhor mesmo é não precisar, por isso busque ter um controle financeiro melhor. Contudo, se precisar, talvez o cheque especial seja a melhor opção, mas há outras.

Existem outras opções?

Como vimos, os juros do cheque especial e do rotativo do cartão de crédito são os mais altos. Ou seja, mesmo uma dívida que começa pequena, vira uma bola de neve que destrói suas finanças.

Por isso, caso você se veja em situações apertadas, há outras opções como os empréstimos pessoais.

Por exemplo, na PicPay é possível ter empréstimos com taxas de juros a 4,19% ao mês. Além de que, pagar antecipadamente as parcelas te garante um desconto, então conforme sua situação for melhorando é possível reduzir o custo da sua dívida e quitá-la o quanto antes.

A vantagem do crédito pessoal sobre o rotativo do cartão e cheque especial é que você poderá negociar as condições do empréstimo. Assim, você pode buscar taxas de juros mais em conta.

De todo modo, é essencial um planejamento financeiro para evitar passar sufoco e ter que recorrer aos empréstimos. Quer aprender a fazer o seu plano financeiro em 3 passos simples? Clique aqui.

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